segunda-feira, 9 de março de 2009

O Professor

No dia 6 de Março de 2009 o professor Américo fazia anos.
E quando nós chegámos à sala de aulas estava escrito no quadro “É dia do professor! Não há escola até o Sol se pôr!”
Depois o professor disse para irmos fazer um texto e, à tarde trouxe um bolo para os alunos. Quem o fez foi a mãe da Joana e a Joana ajudou a mãe.
O bolo era de chocolate e tinha escrito: parabéns cinquenta anos
O professor disse:
- Não era preciso escrever cinquenta anos no bolo.
Eu gostei muito que o professor Américo fizesse anos.

Texto de Carina Florentino do 4ºano, da Turma D
O Professor


No dia 6 de Março de 2009 quando vinha para a escola vinha a dona Olinda atrás de mim. Quando cheguei à escola já lá estavam o professor Américo e a Joana. Eu pedi à Isabel se podia subir para a sala e o Daniel disse-me que o nosso professor fazia anos.
Eu não sabia, mas quando olhei para o quadro estava lá escrito: "É dia do professor não há escola até o Sol se pôr”.
Eu perguntei ao professor se aquilo era verdade ou mentira.
O professor fez 50 anos e está farto de nos aturar pois já está velhinho, mas está todo X,P,T,O.
Penso que um dia quando o professor estiver muito velho ele vai dizer para os seus netos que tinha um Turma muita boa. Mas o Sol ainda não se pôs. O professor mandou-nos fazer uma historia de 25 linhas. Mas não faz mal porque o professor gosta muito de nós. O professor é um cota à maneira.
Nestes anos todos o professor inventou muitas coisas para a Turma como o grito que era mais ou menos assim:
” A nossa Turma o que é?
Ultra!
Tum; tum;tum; segura!
Tum;tum tum; segura
A turma bate o pé!
A D é que é!
É o que nos leva em frente.
Faz ver a toda a gente:
Turma D! Turma D!
ah... uh!
Texto de Leonardo Felippe, do 4º ano, da Turma D

quinta-feira, 5 de março de 2009

Uma surpresa desagradável


Hoje, dia 4 de Março de 2009, esteve muito vento. Caíram algumas árvores na estrada e depois das aulas quando cheguei a casa com a minha mãe, tivemos uma surpresa muito desagradável. O portão saltou do sítio e foi parar ao meio da estrada. A minha mãe ficou um pouco nervosa porque por acaso tinha saído para me ir buscar à escola mas se estivesse em casa o nosso carro tinha ficado partido. É que normalmente é naquele sítio que ele fica estacionado. Depois ela lá se acalmou e percebeu que apesar do azar ainda teve alguma sorte!

Texto de Joana Fangana do 3ºano da turma D


Os oito amigos


Era uma vez oito amigos, o Daniel, o Hugo, o Rodrigo, o Leonardo, a Carol, a Cristiana, a Ana Catarina e a Joana que foram acampar.
O Daniel estava a jogar futebol com os rapazes e a Cristiana estava a dançar hip-hop com as meninas.
Depois todos fizeram o jantar e levaram sumos, água e coca-cola. Para comer levaram batatas fritas de pacote com sabor a kepchup, de presunto e das originais, também havia bifes, salchichas e ovos estrelados. De sobremesa levaram mousse de chocolate, gelatina,
mangas, melões, melancias, pêssegos e rodelas de ananás.
Claro que este dia foi invenção minha, mas quem me dera que se tornasse realidade.


Texto de Daniel Poupino do 4ºano da turma D
A minha Prima nasceu

No dia 3 de Março de 2009, nasceu a minha Prima.
Eu nem sabia que ela tinha nascido, quem me contou foi a Carina.
No intervalo, eu fui dar os parabéns ao Miguel, que é o meu primo, porque ele é irmão da minha prima, a que nasceu.
Eu fiquei muito feliz por ela ter nascido, mas ela tem um problema, pois não tem a mão esquerda.
Ela chama-se Inês e nasceu no INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica).
Eu sei que vou gostar muito dela, porque eu ainda não a vi.

Texto de Cristiana Marcelino do 4º ano da turma D
Eu e a minha mãe

No dia 29 de Fevereiro de 2009, eu e a minha mãe levantámo-nos ás dez e meia da manhã,
porque a minha mãe foi ao cabeleireiro e a minha prima São foi arranjar as sobrancelhas, porque já estavam grandes.
Mas primeiro, a minha mãe foi ao cabeleireiro, mas a cabeleireira não estava lá.
Foi à minha prima São e depois fomos para casa, á espera que fossem duas horas da tarde.O nosso almoço foi uma pizza.
Finalmente, pelas duas horas da tarde fomos ao cabeleireiro que se chama Lena.
A minha mãe pintou e cortou o cabelo, mas quando era para esticar o cabelo, faltou a luz no Rossio.
Eu conheci uma amiga chamada Carina.
Eu gostei muito deste dia.

Texto de Carina Florentino do 4ºano Turma D